Quinta-feira, 02 de Fevereiro de 2017

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Sentada numa esplanada tranquilamente a beber o meu café, dei por mim a olhar para o movimento de correria que se verificava em meu redor, não pude deixa de reparar nas pessoas que rapidamente entravam na pastelaria, tomavam o seu pequeno-almoço ou apenas o seu café rapidamente e saíam. Tão rápido como tinham entrado. Parecia uma corrida para ver quem se despachava mais depressa.

Na rua os carros amontoavam-se em segunda fila para que os seus donos pudessem correr a tomar café e regressassem aos seus lugares para os conduzirem até aos seus próximos destinos, provavelmente os locais de trabalho.

Todos parecem correr freneticamente de um lado para o outro, parecendo muito ocupadas, e, sem tempo para nada.

Lembrei-me da Inês. Quando veio ter comigo para fazer terapia, vinha completamente debilitada, cansada, sem forças. Cheia de olheiras, parecia doentíssima. Tinha feito uma série de exames médicos mas não lhe tinham encontrado nada. Tudo estava bem.

Mas não era isso que ela sentia. Tinha um cansaço tal e umas dores constantes na zona do pescoço e nuca, que não conseguia entender, dizia ela.

No entanto, reconheceu que andava sempre acorrer, tinha imenso trabalho, não conseguia estabelecer prioridades, nem parar sequer para perceber que podia “escolher “agir de outro modo. Não tinha tempo para nada, queria muito ir ao ginásio, mas não conseguia arranjar tempo. Queria fazer meditação mas também não tinha tempo. Mesmo quando eu lhe disse que podia começar em casa com 15 minutos diários, a resposta foi a mesma “não tenho tempo, chego a casa tardíssimo”.

Começamos a Terapia Quântica Informacional, fazendo toda a leitura da informação dissonante que estava em excesso nela. Os valores de stress estavam elevadíssimos. A informação de cansaço também era elevada, bem como a informação emocional, que também estava em desequilíbrio. Fizemos todo o equilíbrio e limpeza informacional.

Quando terminámos a terapia, ela já se sentia mais leve. Disse que tinha a sensação que eu lhe tinha tirado “quilos de cima”. Uma semana depois, quando me telefonou, não parecia a mesma Inês, até a voz estava mais nítida. Tinha-se inscrito no ginásio e estava a adorar. Já conseguia dormir bem e sentia-se mais leve. Até lhe tinham dito que estava “mais brilhante” e ela só se ria, ao mesmo tempo que me dizia que eu “lhe tinha ligado o interruptor da luz”.

Já não andava à pressa. Estava a começar a dar de novo atenção às “pequenas coisas do dia a dia”. Sentia-se bem.

A vida tem um fluir e uma cadência naturais. As estações têm os seus ciclos, as marés também. O coração bombeia o sangue a uma cadência ritmada. Tudo à nossa volta tem uma cadência natural. Não se pode fazer uma maré recuar, nem o sol nascer mais cedo. 

Quando finalmente, conseguimos descobrir ou encontrar o fluir da nossa vida, encontramos o equilíbrio e a harmonia, mas acima de tudo encontramos uma paz verdadeira, plena e abundante.

 

publicado por templodecura às 01:56


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