Segunda-feira, 09 de Junho de 2014

 

 

O processo da Co-criação começa quando se decide criar a própria vida, procurando o conhecimento de si próprio, descobrindo e colocando em prática os seus próprios potenciais internos, quando se aceita a Transformação.

Muitas vezes temos de colocar  em causa tudo aquilo que somos, ou pensamos que somos, fruto das crenças intuídas ou impostas na nossa mente.

Todos os valores alicerçados nas experiências vividas são os mais fortes e os que realmente começam a fazer sentido.

Se formos realmente sinceros connosco verificamos que, na maioria das vezes que nos relacionámos com os outros ou que fomos aprender algo novo, que seria supostamente para a nossa transformação, poucas vezes, ou nenhumas, colocámos em prática aquilo que aprendemos, apenas acumulámos informação.

Todos querem fazer tudo o que os outros estão a fazer e depois , na prática, não fazem nada. É assim que se rege a grande maioria das pessoas.

Muitas vezes se pensa que já se possuem determinadas virtudes, porém elas não são colocadas em prática quando surgem as adversidades, ou até nos próprios relacionamentos com pessoas que não pensam nem agem da mesma maneira que nós. Isto só leva a pensar que “entre os bons é fácil ser bom, porém entre os maus é que se prova a virtude do bem”.

O processo da Transformação interior precisa de etapas de educação da própria mente, uma educação dos pensamentos e das emoções. Tem de haver uma decisão interna de mudar, face à necessidade de se desligar de situações e conflitos que já não favorecem o próprio crescimento pessoal. É aprender a adequar-se às exigências do mundo, sem se deixar esmagar por ele. É uma exigência interna.

É necessário aprender a aplicar uma filosofia de vida harmoniosa consigo mesmo, com o próximo, com a vida. É aprender o exercício da harmonia interna no mundo externo, com todas as dificuldades inerentes que possam surgir. É aprender a conquistar a paz interior, testando-a nos momentos difíceis e entre pessoas que não pensam o mesmo que nós, e que por vezes são mesmo problemáticas. É aprender a atuar na vida como pensa e como sente, com as suas ideias, já trabalhadas por este processo de transformação, de autoconhecimento.

Tudo isto significa ser mais verdadeiro, ser mais autêntico, deixar soltar a sua essência, assumir o que fez e faz, sem receio de censuras e criticas.

Claro que tudo isto não se consegue de um dia para o outro. É um processo. E cada caso é um caso. Mas que é maravilhoso quando decidimos arriscar e ir em frente, isso é, sem sombra de dúvida.

M. Fernanda Sousa

 

publicado por templodecura às 11:43


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